Uma das metas em Nápoles era achar o pão cafone. Claro que cafone
não é cafona e a história do pão é quase melhor que o próprio.
Já que a
distancia me permitia, pois estou a 20 minutos de trem ou 25 de metrô, fiz
várias incursões a Nápoles e em uma delas com o objetivo desse pão. Depois de
andar muito me toquei que só distante do roteiro mais turístico, eu iria
encontrar o dito cujo. Não deu outra, foi só virar em alguma viela sem apelo, e
caminhar cinco minutos. Num mercadinho bem chulé, lá estava ele.
O nome do pão ficou.
Para premiar o meu esforço, uma quadra depois numa praça, um autentico cafone, vendendo seus pães e farinhas que ele próprio produzia.
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