Assando os Paes.
O forno foi
um capítulo à parte, chegamos as 23:30, a atmosfera era meio sobrenatural,
ninguém na rua, muito frio, mãos geladas, ombros encolhidos e aí você entra
numa grande sala com pouca luz e Q U E N T E, para o carioca aqui, o paraíso.
Difícil
descrever, três grandes fornos, mas é elétrico? À lenha? Quanta lenha para uma
casinhola tão grande? Sim porque era uma casinha, cada um deles.
Nada disso.
Eles possuem uma espécie de mecanismo que vai para dentro do forno com uma parte que fica do
lado de fora.
Tá difícil né? Vamos lá!
Uma parte onde se coloca o “combustível”, mais alta e que fica do lado de fora, e uma parte que fica embaixo e que sopra esse combustível para a outra ponta dentro do forno e lá, ele queima.
Tá difícil né? Vamos lá!
Uma parte onde se coloca o “combustível”, mais alta e que fica do lado de fora, e uma parte que fica embaixo e que sopra esse combustível para a outra ponta dentro do forno e lá, ele queima.
Agora, o
mais incrível é que esse combustível é casca de avelã. O forno pode ser muito antigo,
mas essa foi nova para mim.
Queimadores
em ação.
Claro que já rolou uma lenda de que as pedras dentro do forno são vulcânicas, beleza, mas que são do Vesúvio. Ok, fiz cara de: “Nossa que legal! ”, mas não engoli. Conta essa para outro.
Eles colocam
esses queimadores durante um tempo e vão posicionando em diferentes áreas do forno, depois fecham e assam os pães. O forno fica quente a noite toda e de manhã ainda
está bom para assar algumas tortas.
Pães recém colocados no forno e...
...vinte
minutos depois.
Bela cesta e, no final de todo o trabalho...
Pão
quentinho! Eu mereço.
Nenhum comentário:
Postar um comentário