Sezze
no topo da montanha.
Os pães
enormes me chamaram a atenção, mas a história mais ainda. Em um website local,
encontrei:
“Alguns
séculos antes de Cristo o pão já tinha entrado na cultura rural simples dos
habitantes de Sezze. Seus traços são encontrados na obra "O Setina"
Caio Titinius (II século AC), que descreveu a vida familiar dos Sezzesi, a responsabilidade se
concentra nas mulheres que com cuidado e amor preparam o pão. Dois séculos mais
tarde, Gaius Valerius Flaccus dos "argonautas" melhora a qualidade
inigualável de mulher Setina, diz ele que elas tem por missão: criar os filhos
e embalar o pão. Em mais de dois mil anos de história a arte de fazer pão foi
transmitida de mãe para filha.”
Comprovei que ainda hoje elas estão presentes na produção do pão.
O Forno de Onelia
Me chamou a atenção a história de Onelia cujo forno se tornou um dos últimos tradicionais em funcionamento na cidade de Sezze. Embora ela tenha falecido, seu filho Luigi Fusco, continuou a tradição da família e é responsável pelo negócio. Seguindo fielmente as técnicas de sua mãe proferidas por três gerações, diz: "Segredos não tem nenhum, além da qualidade da água, sua temperatura e do estrito respeito às tradições, da grande paixão e do amor que faz do pão Sezze um produto único."
No forno de Onelia, encontramos três fornos a lenha e uma equipe preparada e acessível, menos a mulher. Essa, marrenta, tive que conquistar para ela me dizer alguma coisa... no fim deu tudo certo.
Farinha integral especial e os pães "descansando"
Forno sendo preparado.
A turma já encaminhada.
Os pães são realmente enormes.
Parece que em cada forno que eu vou, aparece um "anjo". Alguém que me adota e quer me passar todas as informações possíveis. Dicas, segredos e toda a sorte de conselhos. No forno do Luigi em Frignano foi o Salvatore, aqui o Franco pegou a função de anjo e foi difícil absorver tudo.

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