sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Nápoles.






Além da busca do pão cafone, caminhei muito em Nápoles. Avenidas, ruas, becos. Queria respirar a cidade. Circuito turístico, não turístico; durante vários dias fiz o trajeto de trem Aversa-Napoli, voltava no fim do dia com os trabalhadores, escutando suas conversas, problemas, histórias. Nápoles lembra o meu pai e foi uma maneira de me sentir muito perto dele. O sotaque inconfundível me fazia companhia. Se tudo desse errado nessa viagem só essas idas e vindas tinha feito valer a pena.

Numa dessas caminhadas, esbarrei no passeio Napoli Sotterranea (Nápoles Subterrânea), vale a pena. Muito da história da cidade está ali.



Inclusive com relíquias da Segunda Guerra (atenção Nil, o Eidir que curte essas histórias vai ficar doido).



Loja de parentes, segundo o primo, são várias. Tenho que conhecer essa turma.


Circuito turístico...





e... o não turístico.





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