Além da
busca do pão cafone, caminhei muito em Nápoles. Avenidas, ruas, becos. Queria
respirar a cidade. Circuito turístico, não turístico; durante vários dias fiz o
trajeto de trem Aversa-Napoli, voltava no fim do dia com os trabalhadores,
escutando suas conversas, problemas, histórias. Nápoles lembra o meu pai e foi
uma maneira de me sentir muito perto dele. O sotaque inconfundível me fazia
companhia. Se tudo desse errado nessa viagem só essas idas e vindas tinha feito
valer a pena.
Inclusive
com relíquias da Segunda Guerra (atenção Nil, o Eidir que curte essas histórias
vai ficar doido).
Circuito turístico...
e... o não turístico.
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